domingo, 7 de março de 2010

A dúvida do vestibular!!! O drama dos jovens nos dias de hoje!!!

É claro que todo mundo ao entrar no ensino médio começa a ser bombardeado por todos os lados a entrar numa universidade. Mas o problema que aquela criança que está amadurecendo vai passar, mal sabe ela o que vem pela frente!!!

Concorrência, dúvida do curso, nervosismo, pressão familiar, dos amigos, da mídia, do mercado de trabalho. Enfim chega o momento em que é preciso fazer uma escolha, e de repente, de um dia a dia comum em casa com a família, passa-se a morar sozinho, ficar longe de tudo e enfrentar a dificuldade de morar sozinho.

Aqui um professor fala um pouco mais desse momento…

quarta-feira, 3 de março de 2010

Desafios da Educação : Tecnologia

Chegamos agora nos dias de hoje, e como avançou a educação, depois de sucateado o ensino na ditadura, a tentativa de leis como a de Darcy Ribeiro LDBEN –1996 vem pra ressucitar o animo dos mais esperançosos educadores. Mas ainda há muito que fazer na educação para melhorá-la, e a principal questão que causa um grande atraso ao meu ver é a tecnologia. Com todo o avanço e a possibilidade de se trabalhar com tecnologia em sala de aula visando facilitar a exposição do conteúdo, contribuir para uma melhor didática entre outros fatores. Mas como não há uma distribuição dessa tecnologia, ficamos sem esse grande investimento. É como se tivessemos todos os ingredientes para uma boa feijoada, mas falta o gás então pega e faz a feijoada na lenha, um método bem mais demorado. As crianças que ja tem contato com os computadores e suas facilidades ja vão fazer parte de uma geração privilegiada, que com o bom uso pode se desenvolver muito rapidamente o conhecimento.Pode parecer difícil para alguns professores que preferem a velha metodologia em sala de aula, mas de maneira alguma podemos deixar obsoleto essa oportunidade de trabalhar concomitantemente com a tecnologia que temos hoje, os alunos teem muita mais facilidade, ja não é necessário mais livros e livros, existem livros on-line, video-aulas, slides com matérias (Sistema Moodle), entre outras facilidades que a internet nos disponibiliza. Temos um video que mostra como alguns alunos pensam, claro que pode-se pensar, mas isso esta elitizado, poucos tem acesso a tanta tecnologia, é muito caro e outros argumentos, porém esses não condizem com o plano do governo atual, que visa em 2012 estar com banda larga em boa parte do pais, que não sabe sobre tal assunto e quer ver mais informações, veja aqui PNBL-Plano Nacional de Banda Larga vídeo com legendas em português: A visão dos estudantes atuais

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Acordos Mec-Usaid

“A estratégia do autoritarismo triunfante na consolidação da democracia excludente”

Assim define Demerval Saviani a Lei 5.692/71 que veio a fixar as diretrizes e bases do ensino de primeiro e segundo grau.

Essa lei foi feita a partir do acordo MEC-USAID onde o ministério da educação seguiria os moldes da agencia americana de desenvolvimento, que prevê a profissionalização do ensino a partir da sétima série, uma mostra disso foi a retirada de filosofia e artes, educação política e latim da ementa escolar, tornando os alunos verdadeiros replicadores do que se aprendia, isto é, uma tendência nova de alunos preparados para não pensar, apenar reproduzir o que é necessário para o sistema.

Então fechando o ciclo da ditadura, vemos que os militares terminaram com chave de ouro para acabar de vez com a esperança criada com a LDBEN de 1961, em apenas 10 anos eles conseguiram vender o ensino para a máfia das escolas particulares, e ainda mudar o método do ensino para o modelo americano, visando um país mais desenvolvido e mais próximo.. ou seria um país mais burro e dependente.

Continuaremos depois com os tempos de hoje, o que nos trouxe de melhoria e quais as dificuldades depois de anos e anos de ensino público ruim.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Resumo até então

Para esclarecer um pouco melhor os fatos de como começou a ruir as estruturas da escola brasileira, além dos 2 posts explicando as leis que foram criadas na ditadura e suas consequências, temos também a descoberta de uma máfia brasileira, que o famigerado Don vitto corleone (Poderoso Chefão)nem chega perto!!

Então visando esclarecer a formação dessa máfia aqui foi feito um fluxograma de nomes e informações que eu achei importante para o entendimento do leitor que mesmo lendo os posts tenha ficado confuso com algumas informações vagas ou coisas do gênero. Clique na imagem abaixo para aumentar.

Como a figura é auto-explicativa, espero que tenha ficado tudo mais claro sobre como instaurou no cerne da política nacional essa podre cúpula de bandidos. Ao passo que formos caminhando com as questões que creio eu ser pertinentes, vou tentar colocar figuras e videos que torne mais didático. Para uma reflexão dos leitores, segue um video onde mostra algumas coisas que talvez a gente não faça idéia devido estar envolvidos com tanta tecnologia e em meio de uma educação desenvolvida ( Sudeste ). Mas será mesmo que somos tão privilegiados?? Ou é a gente que se engana com o que a mídia passa?

Enfim, tirem suas próprias conclusões!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Depois de muito tempo... a parte 2!

Continuando depois de um tempo sem postar, vamos a segunda parte Mas antes retomando algumas coisas da ultima Estamos falando do processo educacional no periodo da ditadura a opressao só vem aumentando, e chegamos no ponto crítico de nao poder reclamar da nossa escola, mesmo ela se tornando apenas o reprodutor de conhecimento, nao um formador de críticas. Um empasse entre a liberdade x conhecimento Com a firmação do golpe, a estrutura do MEC começa a mudar, e os privatizadores invadem o ministério com o intuito de mudar os rumos do processo educacional, faziam isso usando a desculpa de que educação para todos era influencia do socialismo soviético e que o estado não deveria intervir tanto no processo educacional. Começa assim o sucateamento, e a "venda" da escola de qualidade Se existe um culpado maior, o nome dele é Carlos Lacerda,governador do RJ no projeto da LDBEN ele sempre procurou dissimular os interesses dos que usavam a escola como meio de acumulação de capital. Os valores de distribuição previamente feitos pelo Conselho Federal de Educação foi o primeiro a ser modificado, com os valores da distribuição para o ensino público reduzido e passado para as escolas particulares. E criou-se o salário-educação Este por sua vez seria uma medida que ajudaria muito as precariedades em alguns setores do ensino se nao fosse a privatização corrente. A lei 4.440 de 1964, previa que ficava isentaos do salário as empresas com mais de 100 empregados e a empresa instituíssem um convênio com escolas particulares.Ocorre justamente nessa época que as secretarias e os conselhos estaduais de educação passaram a ser ostensivamente culpados pelos donos de colegios particulares e seus prepostos, que tinham todo interesse em aprovar convenios que beneficiavam, antes de tudo,as empresas de ensino de sua propriedade ou ãs quais prestavam seus serviços A armação dos nossos queridos militares foi a seguinte!!! Considerando que as empresas preferiam recolher o salário-educação do que abrir suas próprias escolas, organizaramse firmas de agenciamento entre as empresas e as escolas particulares. Uma dada empresa recebia a visita de um agente que a convencia a deixar de recolher a quantia devida do salário-educação, transferindo parte dessa quantia a uma escola, a título de bolsa de estudo, em troca de um recibo emitido pela escola, com o valor total. A famosa nota fria. A diferença ia para o caixa 2 da empresa ou para o bolso de um de seus dirigentes. Já a escola, arranjava uma lista de alunos beneficiados por essas bolsas. Em muitos casos, os bolsistas ja tinham sido contemplados com outras bolsas e deles se pedia, frequentemente, que pagassem outra como título de complementação Bom como toda merda tem suas consequencias, essa não podia ser diferente...O ministério da Educação em seu site mostra que o desvio na época foi mais de 40% do valor real.Em 1983, no RJ, a estimativa é que 150 mil bolsas fantasmas foram distribuídas rs Nessa corrida para privatização escolar, o que mais teve foi cidades com a priorização disso em suas respectivas gestões,causando uma grande desestrutura academica!!! Essas prefeituras instituiram fundações de direito privado e para elas transferiram os prédios de escolas municipais, os professores e os funcionários era total privatização do ensino. Penso que se teve a forte máfia italiana, a máfia judia entre outras ... A máfia brasileira se encontra sob o escopo da ditadura! Aonde grandes empresários participavam dessa repartição pública junto com prefeitos e secretários da educação Não havia sequer a intermediação da administração pública. Agora que vimos a grande ajuda dos militares para o desastre da educação nacional que caminhava muito bem com os mentores dos anos 50/60, ve um castelo em construção começar a ruir, o que daria ao brasil um futuro próspero vai vir a causar uma desustruturação urbana devido ao analfabetismo, ao numero grande de pessoas que não tem mais como pagar a escola que até ontem era pública e se transformou particular. Em seguida vamos ver como isso contribuiu para o Brasil ir buscar nos EUA um acordo, para atolar mais o ensino brasileiro E vamos assim descobrindo como chegamos aonde estamos... e os porquês!!!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

A educação durante o golpe de 64

Com o passar dos anos, continuava o desenvolvimento da educação no Brasil e com as novas propostas a partir da LDB parecia que estávamos no caminho certo rumo ao progresso. No entanto o contexto mundial não colaborava para tal situação. A guerra fria, onde o mundo estava se dividindo em 2 vertentes, se mostrava tendenciosamente socialista no Brasil, com João Goulart fazendo viagens à China comunista, condecorando Guevara e elevando o Brasil para uma nação mais justa com educação boa e gratuita para todos a partir do Estado. Na verdade, toda a América Latina estava com essa tendência, e vimos uma covardia do governo norte americano, desta vez outro João (John Kennedy) ao injetar dinheiro nos militares latino americano com o intuito de derrubar toda tendência de esquerda que pairava sobre nós. Dado o plano panorâmico de como estava conturbada a situação, sofremos um golpe político, mas não foi apenas uma mudança no governo caracterizado por ser mais rígido disciplinado e seguidor do american way of life*,que com essa politica melhoraria os rumos da nação. Não. Pelo contrário. Mas não quero induzir a nada, apenas vejam que foi feito nos anos seguinte ao golpe e que fique para a conclusão de vocês leitores, só digo que desses dados podemos descobrir um pouco das ruínas do nosso ensino, onde talvez grande culpa seja dos militares. Vejamos em 2 partes para não ser muito extenso e sim mais reflexivo, afinal temos muito o que analisar. Resolvi dividi-lo em 2 partes da seguinte forma 1 Parte - O fim do sonho – Onde falaremos de como foi estruturado o golpe, e quais as áreas que foram prejudicadas . 2 Parte – O inicio do pesadelo – Os anos em que os militares desenvolveram ainda mais seus projetos e o golpe que a educação levou no final das contas. Então vamos para a primeira parte 1- Parte – O fim do sonho Com o golpe implantado, a repressão foi a primeira medida tomada, a tudo e a todos considerados suspeitos de praticas ou mesmo idéias subversivas. A mera acusação de que uma pessoa, um programa educativo ou um livro tivesse inspiração comunista era suficiente para demissão, suspensão ou apreensão. Assim, reitores foram demitidos, programas educacionais e sistemas educativos foram atingidos. Um caso foi o do mentor do processo educacional até então utilizado Anísio Teixeira, reitor da UNB, logo após os primeiros dias de golpe foi demitido. O programa nacional de alfabetização que utilizava o método Paulo Freire, o que dirigia, foi liquidado, até mesmo em termos financeiros. Milhares de projetores de filmes educativos importados da polônia foram vendidos para as escolas particulares a preço de liquidação. No município de Natal no Rio grande do norte um oficial da marinha de guerra assumiu o comando da secretaria de educação e ordenou a incineração dos acervos das bibliotecas. Desta forma foram acabando com todo o programa de educação voltada para a população e traçando um desenvolvimento capitalista moderno no sistema educacional. Assim os defensores do ensino público foram aos poucos substituídos pela aliança dos que lutavam pela hegemonia da escola particular subsidiada pelo Estado, com os militares empenhados na repressão. Até mesmo a competição propriamente acadêmica passou a ter mediação da repressão política. Em 1964, Florestan Fernandes, sociólogo da USP preparava-se para disputar a cátedra de sociologia naquela universidade. Contando com uma bela dissertação que depois viria a ganhar prestigio internacional, estava preparado para o cargo e tinha como disputa apenas uma oponente cuja bibliografia não se registra na historia da universidade brasileira, mas tinha como amigo o governador golpista Adhemar de Barros. Pois bem, por interferência do governador Florestan foi preso as vésperas do concurso, o que deixava sem competidos o obscuro pretendente. Mas, como nos primeiros anos do governo ainda havia algumas áreas de liberdade, a opinião pública reivindicou a imediata libertação de Florestan. Solto conquistou a merecida cátedra. Pouco tempo nela permaneceu, pois a onda repressiva acionada pelo AI-5 aposentou-o retirando da USP e do meio universitário brasileiro um dos mais férteis cientistas sociais. Toda essa repressão é oriunda da Lei 477 de 26 de fevereiro de 1969, assinada pelo presidente Arthur Costa e Silva, o decreto estabeleceu rito sumário para demissões e desligamento de professores, funcionários e estudantes que praticassem infração disciplinar considerada subversiva nas universidades brasileiras. Entre as infrações tínhamos: aliciar ou incitar a deflagração de movimentos que tenha por finalidade a paralisação de atividade escolar ou participar nesse movimento; praticar atos destinados a organização de movimentos subversivos, passeatas, desfiles ou comícios não autorizados ou deles participar; conduzir ou realizar, confeccionar, imprimir ter em deposito, distribuir material subversivo de qualquer natureza. Se algum professor ou funcionário fosse pego em pratica ficava proibido de ser nomeado ou admitido por qualquer outro estabelecimento de ensino num prazo de 5 anos. Se fosse estudante por 3 anos. Por exemplo, a nossa rotina costumeira de reclamar que um professor é ruim, da aula lendo livro, não sabe passar o conteúdo, temos um exemplo da época: Diário Oficial “Alunos detidos da universidade no curso de medicina por rejeitarem o ensino de anatomia por um professor que se resumia a ler os artigos de anatomia humana de Testut e Latarjet” Aqui então vejo que começa as atrocidades para fazer com que as faculdades deixassem de ser um lugar de fazer ciência, e se tornar um replicador de conteúdo, onde basta ter presença – ouvir – reproduzir, para conseguir seu certificado. Assim a apatia dos outros resultou no desleixo para com o ensino, no cinismo docente, tendo como contrapartida o desinteresse para com o estudo, expresso pela atitude estudantil de repetir o que o professor espera mesmo o absurdo e o injusto, desde que a promoção estivesse assegurada. Então a próxima vez que reclamar de um professor, saiba leitor, que você esta fazendo nada mais do que exigindo seu direito de fazer ciência e não de ser mais um tijolo na parede! Encerro aqui a primeira parte deixando a reflexão com vocês... Será que a educação que temos hoje foi prejudicada por esse período? Temos como contornar tal educação? Como você se sente tendo ou não um diploma de que você é apenas um reprodutor de conhecimento? Será que o estado nos quer numa bolha? E a principal delas, qual o limite da compreensão humana? Em breve a 2 parte .....

sábado, 12 de setembro de 2009

Lei de Diretrizes e Bases do Ensino Nacional - LDBEN 4024/1961

Fazendo um pequeno resumo do que falamos até então, vemos o crescimento de um Brasil heterogênio e sem um "pai". Assim com o intuito de desenvolver e industrializar uma grande nação os governantes viram na educação um caminho para esse progresso. Então a idéia era organizar de uma forma pra privilegiar todos os brasileiros, desde os mais ricos até os mais pobres, pois educação é para todos. Mas nem tudo é um mar de rosas, sempre tem o jeitinho brasileiro e nesse momento não é diferente. O que pensaram alguns políticos/empresários? Por que não pode ter escola particular, se a pessoa tem uma família que tem mais dinheiro e quer aprender numa escola tal. Essa era a idéia que defendia Carlos Lacerda prefeito do RJ e político com certa influência no cenário. Então uma das composições da lei de 120 artigos tinha como idéia central descentralizar a educação e seguir uma organização sistêmica que funcionava da seguinte forma: MEC- Ministério da Educação - Conselho Federal de Educação- Conselho Estadual de Educação - Setor Publico e Privado Uma das questões discutidas na fundação da lei era como seria a formação, isto é, os graus de escolaridade, fundamental / médio / superior hoje.Nessa proposta foi dividida da seguinte forma: Pré Primário (Setor Privado e Público) Intenção:Cuidar das crianças enquanto os pais trabalham até os 7 anosPrimário (Conselhos Estaduais) Intenção: Desenvolver o raciocínio a expressão e a interação com o meio físico. De 4 a 6 anos Ginásio (Conselhos Estaduais ou Federais) Intenção:Formação completa do jovem para o mercado de trabalho industrializado. Total de 11 anos Fazendo uma análise de cada um deles podemos relevar alguns fatores importantes Pré - Primário não visa a expansão de seu acesso, pois não é obrigatório;é direito das famílias trabalhadoras e não das crianças à escola: vinculo com a assistência social; “As empresas que tenham a seu serviço mães de menores de 7 anos serão estimuladas a organizar e manter, por iniciativa própria ou em cooperação com os poderes públicos, instituições de educação pré-primária; (art. 24, LDBEN/61) Primário É o foco da busca pela expansão do acesso, pois há grande preocupação com o currículo nacional, versando apenas sobre a obrigatoriedade da Educação Física e coloca o Ensino Religioso como facultativo,a orientação e o conteúdo de ensino não diferem muito nos estados, sendo o enfoque central no ensino da escrita, leitura e cálculo, com a utilização de uma metodologia tradicional e verbalista Ginasial Relativa flexibilização curricular entre as modalidades e ao ensino superior; Dualidade na concepção do ensino: o profissionalizante e o acadêmico; O ministro da educação Darcy Ribeiro defendia com unhas e dentes a proposta e com as pesquisas de Paulo Freire na área educacional estavam otimista para o futuro crescimento intelectual da nação. A idéia era popularizar e ter como grande importância a cultura ( criação de vários movimentos culturais como MCP e MEB*) com a intenção de colaborar com idéias específicas para regiões específicas do brasil ao passo que era de livre escolha ter ou não o ensino religioso. Vimos então o esqueleto da criação da 1ª Lei Brasileira Educacional que tinha de início a idéia de criar uma escola pública, gratuita e laica. Devido a empasses políticos e religiosos acabaram por chegar a uma lei que satisfaziam a todos de início sem o intuíto de prejudicar ou favorecer algum orgão, mas sim favorecer o povo brasileiro. * MEB = Movimento Educacão de Base / MCP = Movimento de Cultura Popular